Eu já tive muitos casos assim,hoje é meu primeiro dia aqui(bem já e noite)conforme for indo vou dando exemplos de livro .
Bom hoje vou falar dos livros de maior respercusões no mundo.Como por exemplo a série CREPUSCULO .Vou colocar o texto de LC CARDONAq acha a série um pouco fora do normal que deve seguir.
"Crepúsculo – crítica do livro
09/12/2008 por lulacardon
Antes de mais nada, devo dizer da minha audácia em criticar um colega – alguns diriam que críticos são autores frustrados, então eu mesmo não sou um crítico, mas um opinador – e não pretendo deixar nos que lêem esta crítica – opinião – vontade nem desvontade na busca de tal leitura.
Se gostei? Gostei…
Se recomendo? Bem, é um entretenimento… mas… bem… leiam a crítica.
Não creio que eu deva pôr a Stephenie Meyer no mesmo patamar da Anne Rice ou do Bram Stoker (realmente… jamais próximo ao Bram) – tais autores podem ser considerados geniais na área dos vampiros e afins – todavia, localizo a Stephenie junto a JK Rowling, assim sendo, escritora dum clichê de bom entretenimento.
Entretanto, enquanto o Harry Potter assume uma posição para várias idades, o Crepúsculo deve manter-se vivo entre os adolecentes – principalmente as adolescentes burguesas – o que não significa que não seja uma leitura agradavam dum lugar comum romântico temperado com o místico. (vale acrescentar que pais preocupados com o tipo de leitura que seus filhos estão tendo, podem vir a apaixonar-se pela obra ao lê-la).
Devo lembrar-lhes do vácuo que se formou após o fim da série Harry Potter (não pensem que o mais novo lançamento da Rowling – Os Contos de Beeble, O Bardo – vá trazer euforia entre os jovens). Sendo assim, a série da Meyer vem para ocupar o vazio.
Este romance água com açúcar é crescente e descompensado – ora é histérico, ora um rio calmo, mas sempre numa linha progressiva – se isto é positivo ou negativo vai do gosto de cada leitor. Tem um plano de fundo incomum, também o clichê dum relacionamento bonito – o primeiro amor. Senti falta de algo mais. Do nada, no terceiro terço do livro, surge o antagonista, com este parece surgir uma grande trama, mas não; ela é tão surpreendentemente efêmera quanto o antagonista que a monta.
Bem… é bonito a perfeição do princípio do namoro dos protagonistas que se lê no primeiro livro; mas chega a ser nauseante esta uniformidade que se segue nos outros três livros; é tão irreal quanto os vampiros presentes na obra.
Sim… os vampiros da obra. Estes são exemplo de perfeição, imortais, belos, poderosos e tudo mais que se imaginar. A autora poderia aliviar-nos estas características, evitando nossa ânsia em querermos ser tais seres – inclusive a protagonista da história, Bella Swan, explicita seu desejo em tornar-se vampira (quem não gostaria diante de tais características. Porém, devo admitir, o que mais me atrai nestes vampiros, me atrai em todos os outros, o tempo.
E para aqueles que estão acostumados aos velhos hábitos, esqueçam; nada de virar pó ao sol, agora eles ficam cravejados de diamantes e voltam ao normal quando estão na sombra. Cruzes, água benta e prata também não lhes traz perigo. Algo incomum – porém já visto – é a formação de clãs, que é um dos maiores que eu já vi.
O nome do clã – Cullen – também já causa intriga desde o princípio, pois é um gênero botânico da família das Febaceae, mais popularmente falando, as leguminosas; ou seja, expressa desde o princípio a falta de tendência do clã em ‘caças’ humanos.
Ok… devo considerar que parece até que não gostei da obra; mas fica aqui minha retratação a tão duras críticas feitas por mim. Então, aí vai um elogio: parabéns a Stephenie Meyer por conseguir tão bem reescrever de forma jovial – o que se justifica pelo sucesso dentre as adolescentes – e por alcançar status Best-seller – bem… talvez isto não seja um elogio.
Mais elogios devo dar a forma como se dá seqüências as histórias dum livro ao outro. Embora o primeiro seja crônico e sem uma grande trama, no contexto geral, a trama se forma com uma considerável admiração.
Como já havia dito, Bella expressa sua vontade de ser vampira diante da perfeição daqueles seres – também, motivo mais argumentativo no livro, pelo seu amor ao Edward – e, no primeiro livro, seu amado age em recusa; isto então é uma das poucas coisas de elevação moral transmitidas pelo livro, trata, de certa forma, que os fins não deveriam justificam os meios. Resumindo: se vampiros em si são criaturas demoníacas e más, ninguém deveria repassar a maldade. Até o terceiro livro as coisas caminham bem, neste sentido; porém, no quarto livro a autora acaba com toda a minha esperança de transmitir algo realmente relevante aos jovens que a lêem; ela mata a Bella – o Edward cede, transforma sua amada em vampira… será que não estamos sendo demais realistas dentre toda a fantasia? Acabamos de representar a vitoria dum mal para a felicidade de alguém.
Bem… teorias a parte; devo elogiar a beleza e tratar dum pesar que me abateu ao ler os três livros que se seguem ao original; meu abatimento foi progressivo e crescente – qual a maneira que age a Stephenie – começa-se cotidiano e envolvente, humano e divino, real e fantasioso; embora eu tenha achado algumas partes monótonas, o primeiro livro se tempera de opostos numa grande antítese, o aplaudo por isto – deixo que, principalmente pela manutenção da realidade e humanidade. Todavia a cada livro que se adianta ao amadurecer da história, menos os temperos humanos se sentem, e tal livro passa a ter forte o sabor do fantasioso e divino, solitário torna-se o envolvente, pois o cotidiano não aplicado a humanidade se torna banal, e é o que acontece. Percebam que no quarto livro nenhum dos protagonistas é humano-vivo – o que se repara também dentre os antagonistas.
Palmas para uma textualização que permite ao leitor vislumbrar o livro que vem a seguir. Entretanto, por vezes, se torna previsível, o que me obriga a reduzir meu apreço pela obra.
Bem, indico a todos que desejem um entretenimento leve o primeiro exemplar da série – agora franquia – já os que se seguem, gradualmente indico aos que mais desejam fugir da realidade e fantasiar."
Fonte:http://lulacardona.wordpress.com/
Bem como podem ver ela manda bem pessado com Stephenie Meyer, muito pessado???????Ou leve????????
Opinem, pois quero saber a resposta!
Até a próxima passoal!
Kisses!!!
Ana.